Lua, sem ter o que dizer,
Nem sempre é a vontade de não falar
Por não ter nem o que falei.
Ai que saudade do meu pai,
Vem a vontade de te acordar,
Mas como é triste meu bem,
Se a mim matou todo o meu encanto,
Se nem em vão meu grito padeceu
Vejo as ruas da Lapa,
Junto a elas vejo os caminhos de nossas vidas
E assim porque sempre fui ausente,
Porque me alimento daquilo que te consome,
É dessa forma
Aquém ao meu presente.
Eduardo 13/04/2006
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