Ando meio feliz,
Tropeço até pelas ruas despretensiosamente,
Saio de casa achando que algo de bom vai acontecer,
Até acho feliz daquilo que se diz triste.
Não é tristeza não.......
É um estado meio louco
Meio usado,
Algo rico de desejo
E obrigado por nós dois.
Eduardo 07/05/2008
quarta-feira, 7 de maio de 2008
sábado, 3 de maio de 2008
Condessa de Bondé
Tiraram-me todas as lágrimas,
Mais vivo mas não existo,
Sempre infeliz foi a minha vida
Levada a vida de um patíbulo.
Não reino mas impero
Não digo nada pois não sinto,
Sempre fui aquilo que existo.
Temei oh meus filhos,
Daquilo que não é presença,
Pois só a ti tão latente, já sinto que a mim já não mais existe.
Mas a inglória do nada,
Vejo que e ao que e a quem mais me adultera.
Temei,tremei,
Daquilo que falo de fato !
Eduardo 09/05/2007
Mais vivo mas não existo,
Sempre infeliz foi a minha vida
Levada a vida de um patíbulo.
Não reino mas impero
Não digo nada pois não sinto,
Sempre fui aquilo que existo.
Temei oh meus filhos,
Daquilo que não é presença,
Pois só a ti tão latente, já sinto que a mim já não mais existe.
Mas a inglória do nada,
Vejo que e ao que e a quem mais me adultera.
Temei,tremei,
Daquilo que falo de fato !
Eduardo 09/05/2007
Imus pectore
Até um certo instante,
Sozinho não percebia,
Quão maldito o meu desatino,
O tic-tac que me agora vem.
Mal sabia
E sem querer
Tic-tac titubeante
Tão correto seria
Tic-tac não me lembro mais,
Tic-tac minha vida quase parou mas não passou.
Talvez essa fosse a vontade
Tic-tac embora sem arte
Tic-tac, por quê não acorda mulher !?
Mas foi um certo instante, porque às vezes choro as vezes triste,
Não pelos meus filhos
Que nunca tive,
Mas por saber que
Todos eles estão mortos.
Eduardo 13/04/2006
Sozinho não percebia,
Quão maldito o meu desatino,
O tic-tac que me agora vem.
Mal sabia
E sem querer
Tic-tac titubeante
Tão correto seria
Tic-tac não me lembro mais,
Tic-tac minha vida quase parou mas não passou.
Talvez essa fosse a vontade
Tic-tac embora sem arte
Tic-tac, por quê não acorda mulher !?
Mas foi um certo instante, porque às vezes choro as vezes triste,
Não pelos meus filhos
Que nunca tive,
Mas por saber que
Todos eles estão mortos.
Eduardo 13/04/2006
Algumacoisafagia
Lua, sem ter o que dizer,
Nem sempre é a vontade de não falar
Por não ter nem o que falei.
Ai que saudade do meu pai,
Vem a vontade de te acordar,
Mas como é triste meu bem,
Se a mim matou todo o meu encanto,
Se nem em vão meu grito padeceu
Vejo as ruas da Lapa,
Junto a elas vejo os caminhos de nossas vidas
E assim porque sempre fui ausente,
Porque me alimento daquilo que te consome,
É dessa forma
Aquém ao meu presente.
Eduardo 13/04/2006
Nem sempre é a vontade de não falar
Por não ter nem o que falei.
Ai que saudade do meu pai,
Vem a vontade de te acordar,
Mas como é triste meu bem,
Se a mim matou todo o meu encanto,
Se nem em vão meu grito padeceu
Vejo as ruas da Lapa,
Junto a elas vejo os caminhos de nossas vidas
E assim porque sempre fui ausente,
Porque me alimento daquilo que te consome,
É dessa forma
Aquém ao meu presente.
Eduardo 13/04/2006
Tua soul, ter sol, teu sol
No teu acordar coberto de lua,
Não me pergunte mais ao sol
Por quem sempre negastes.
E ao ver tua sombra
Tão sincera e taciturna,
Não a eles mas a ti fazes a promessa
Que cantarás baixinho
Que viverás a tua vida,
E mesmo assim, se não olhares com esses olhares de fumaça,
Acreditas sempre,
Que esta foi a tua promessa !
Que esse foi o teu meio
Que essa é a tua vida !
Eduardo 13/04/2006
Não me pergunte mais ao sol
Por quem sempre negastes.
E ao ver tua sombra
Tão sincera e taciturna,
Não a eles mas a ti fazes a promessa
Que cantarás baixinho
Que viverás a tua vida,
E mesmo assim, se não olhares com esses olhares de fumaça,
Acreditas sempre,
Que esta foi a tua promessa !
Que esse foi o teu meio
Que essa é a tua vida !
Eduardo 13/04/2006
El niño
A onda que quebrara
Me sentia
Quando a que partira
Novamente tornara,
E quando a minha vida
Novamente voltava,
A forma conhecida
Se esquecia do momento de chegada.
A Lua adormecera.
Eduardo 05/06/1992
Me sentia
Quando a que partira
Novamente tornara,
E quando a minha vida
Novamente voltava,
A forma conhecida
Se esquecia do momento de chegada.
A Lua adormecera.
Eduardo 05/06/1992
Meias verdades
Calar é melhor que dizer meias palavras,
Onde há crise e bem melhor ouvir calada
A tua vida que te pede pra não ver mais nada.
Se houveram sombras num mundo
E você sabe o que é,
Se é delírio o calor que na verdade me falta,
Se é teu calor que foge a minha mente,
Mas que calor é esse desejo latente,
Mas que desejo é esse, profundo e sem nexo,
Que é efêmero e se insiste permanente.
Eduardo 10/09/1988
Onde há crise e bem melhor ouvir calada
A tua vida que te pede pra não ver mais nada.
Se houveram sombras num mundo
E você sabe o que é,
Se é delírio o calor que na verdade me falta,
Se é teu calor que foge a minha mente,
Mas que calor é esse desejo latente,
Mas que desejo é esse, profundo e sem nexo,
Que é efêmero e se insiste permanente.
Eduardo 10/09/1988
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